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Corinthians começa 2021 visando a Copa Super 8: é possível?

A virada de um ano para outro sempre é movida por ambições e esperanças de dias melhores – uma certa equipe paulista, inclusive, se identifica com isso. Hoje, no Blog do Souza, o assunto é a virada de chave que pode levar o Corinthians à Copa Super 8.

Após início de temporada conturbado por dificuldades financeiras, más atuações e surto de Covid-19 no elenco, o Corinthians parece ter finalmente encontrado um momento de tranquilidade. No último jogo de 2020, realizado em 29 de dezembro, a equipe paulista conquistou uma vitória gigante sobre o fortíssimo Flamengo por 83 a 69.

O triunfo diante do Rubro-Negro não significa apenas uma vitória contra uma forte equipe. Agora com campanha de 4 vitórias e 7 derrotas, o time comandado por Demétrius Ferracciú ocupa a 11ª posição no NBB, com 36.4% de aproveitamento, e passa a sonhar com uma vaga na Copa Super 8.

As vagas do torneio serão definidas ao fim do primeiro turno e, até lá, o Corinthians possui um calendário favorável – que pode ajudar nesta tentativa de embalo por parte da equipe. De 4 a 12 de janeiro, o Corinthians enfrentará Pato Basquete e Campo Mourão, além dos lanternas Cerrado e Caxias do Sul (com exceção ao Pato, todas essas equipes possuem campanha inferior à do Timão, estando abaixo na tabela).

Para alcançar a difícil, mas não impossível missão de chegar entre os oito primeiros, o Corinthians conta com a dupla formada Zoom Fuller e Ricardo Fischer, que são os maiores pontuadores e donos das melhores eficiências corintianas na temporada.

Fuller é o cestinha do time. Foto: Beto Miller/Corinthians

No entanto, existem outros jogadores fundamentais na rotação da equipe que são tão importantes quanto a dupla de armadores citada acima. Nomes como Gegê, Malcolm Miller, Lucas Siewert e Lucas Cauê costumam ajudar bastante o Corinthians e precisarão entrar em cena para levar o time à Copa Super 8.

Destaques do Corinthians

  • Fuller: 21.4 pontos, 3.3 rebotes, 2.6 assistências e 15.9 de eficiência
  • Fischer: 13 pontos, 2.8 rebotes, 3.4 assistências e 13.6 de eficiência
  • Gegê: 6.7 pontos, 3.7 rebotes, 4.7 assistências e 11.3 de eficiência
  • Miller: 9.9 pontos, 4.8 rebotes, 1.9 assistência e 12.9 de eficiência
  • Siewert: 10.8 pontos, 5.2 rebotes, 1 assistência e 11.4 de eficiência
  • L. Cauê: 7.7 pontos, 4.6 rebotes, 1.2 assistência e 10.1 de eficiência

A última impressão de 2020 nos leva a crer que é possível uma virada de chave corintiana neste ano que se inicia e, convenhamos, nada melhor que uma classificação à Copa Super 8 para confirmar o novo momento da equipe.

Lucas Ardito Ver tudo

17 anos, estudante, amante de esportes e futuro jornalista!

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