WNBA

O que podemos esperar das semifinais da WNBA?

O cronômetro corria contra o Las Vegas Aces quando Dearica Hamby roubou a bola com apenas 08.8 no relógio. Com dois pontos atrás do Chicago Sky era de se esperar que a ala trabalhasse a bola para garantir o empate. Mas, se os fãs da NBA aplaudiram o “Dametime” que praticamente enterrou o Oklahoma City Thunder na NBA, os fãs da WNBA – e até quem não é tão fã assim, convenhamos – aplaudiram de pé a “Dearicatime” deixar a marcadora para trás e arremessar de muito longe, com uma mecânica meio torta e com 07.2 “sobrando”.

A reação da própria Dearica reflete a incredulidade das companheiras, das jogadoras do Chicago Sky, dos torcedores que estavam no ginásio e dos que estavam há milhares de quilômetros, como nós. O game winner incrível da ala de 25 anos levou o Aces às semifinais da WNBA que começam nesta terça-feira (17). Com um “encerramento” desses não podemos esperar nenhuma das duas disputas “mornas”, como há audaciosos que insistem em definir o basquete feminino, mas é um assunto para outro texto.

A partir desta terça-feira, a bola sobe para as quatro equipes que seguem na disputa em busca do título conquistado pelo Seattle Storm em 2018. Os primeiros jogos acontecem em Washington, onde se enfrentam Las Vegas Aces e Washington Mystics e em Connecticut, onde se enfrentam Los Angeles Sparks e Connecticut Sun. As demais partidas ocorrem nos dias 19, 22, 24 e 26.

Washington Mystics

Favorita, a equipe de Washington tem uma eficiência ofensiva que pode fazer a diferença na disputa contra o Las Vegas Aces. Mas, também contou com a “sorte” de ver seus rivais tendo baixas significativas durante toda a temporada. O Mystics venceu 16 dos últimos 18 jogos da temporada regular, terminando com uma sequência de seis vitórias consecutivas.

Connecticut Sun

Equipe que mais venceu o Mystics durante a temporada regular, o Connecticut Sun tem um elenco muito regular, com uma Jonquel Jones e Alyssa Thomas fazendo uma dupla que pode dar muito trabalho para qualquer adversário. Uma das armas poderosas são os bons chutes de três da dupla. Além disso, o Sun tem uma unidade inicial muito forte e com um volume de jogo muito alto.

Los Angeles Sparks

A equipe de Los Angeles tem a terceira melhor defesa da liga e o quarto melhor ataque. Isso diz um pouco do equilíbrio do Sparks. Nneka Ogwumie e Riquina Williams costumam fazer coisas interessantes contra os adversários que restaram e, se Candace Parker se recuperar 100%, o Sparks pode sim “causar problemas”.

Las Vegas Aces

Melhor defesa da liga, o Las Vegas Aces vem de uma vitória daquelas que dão moral. O game winner da Dearica é daqueles que faz mais do que dar a classificação, dá confiança. Com uma defesa forte, o Aces vê seus talentos individuais se destacando em diversas situações adversas. Além disso, A’ja Wilson e Liz Cambage, que estão – na minha humilde opinião – entre as melhores defensoras da liga não são apenas ótimas na quadra defensiva, são terríveis de marcar do outro lado da quadra, o que complica e muito a vida do adversário.

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